Culpa depois da compra? Isso tem nome

Outro dia, numa conversa com uma cliente, ela me contou que tinha comprado uma bolsa linda — daquelas que ela namorava há meses — mas que, depois de pagar, ficou com um nó na garganta.

“Era pra ser um momento de alegria, mas fiquei me sentindo culpada. Será que eu fiz besteira?”

E aí a gente foi olhar juntas:

Ela não tinha um limite claro para gastos com lazer.

Não sabia se aquele valor comprometia o orçamento do mês.

Não tinha clareza se aquilo colocava algum outro plano em risco.

A compra não foi o problema.

A falta de organização foi.

Quando você se planeja, define prioridades e entende o que pode gastar com tranquilidade, a culpa não aparece — porque você sabe que está tudo sob controle.

Gastar com algo que te dá prazer é legítimo.

Mas sentir culpa depois é um sinal de que talvez algo precise ser ajustado.

A boa notícia? Isso tem solução. Começa com autoconhecimento e organização.

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